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sábado, 30 de junho de 2012

Conhecendo o Haiti.


O Haiti é o país mais pobre da América. A este triste cenário, se acrescentam golpes militares frequentes, ditaduras, violência e desastres naturais.

O Haiti ocupa a porção oeste da ilha de Espanhola, no Caribe. São 24 700 quilômetros quadrados de superfície montanhosa, interrompida apenas pela planície litorânea e pelos vales dos rios. O clima é tropical, com média de temperatura de 27 graus centígrados.

A vegetação original de florestas do país foi devastada nos últimos séculos pela ação do homem para obtenção de lenha e para aumento da área agrícola, ficando preservada somente nas regiões mais altas e de difícil acesso. Animais típicos do país são os iguanas, os jacarés, as hutias, os peixes-bois-marinhos e a baleia-jubarte. Árvores típicas são o mogno, o jacarandá, o pinho, o cedro-antilhano, a palmeira-real, o carvalho-do-haiti e espécies xerofíticas.

O país costuma ser atingido por furacões e tempestades tropicais durante o verão. O rio principal é o Artibonite, que nasce nas montanhas do centro da ilha, corta o vale no centro do país e deságua no golfo de Gonâves. Existe um grande lago de água salgada no interior do país: o Azuei, também chamado Saumâtre.

Os primeiros europeus a chegarem ao atual território do Haiti foram os espanhóis da expedição de Cristóvão Colombo de 1492. Na noite de natal, a nau Santa Maria encalhou na costa norte do Haiti e teve de ser abandonada. Os espanhóis seguiram a viagem de exploração da região, porém deixaram um grupo de 39 homens no local, no forte construído com os restos da nau Santa Maria, o Forte Natividade (La Natividad), no local da atual cidade haitiana de Molhe São Nicolau (Môle Saint-Nicolas). Quando voltaram à cidade, no ano seguinte, Colombo constatou que a mesma havia sido arrasada pelos indígenas.

A ilha batizada por Colombo como A Espanhola (La Española) era conhecida pelos índios locais tainos como Quisqueia. Os espanhóis ocuparam principalmente a porção leste da ilha, onde fundaram a cidade de Santo Domingo. A porção oeste da ilha ficou esquecida, o que possibilitou que ela fosse ocupada por piratas franceses ao longo dos séculos XVI e XVII. Especialmente a Ilha da Tartaruga (Île da la Tortue), na costa norte do Haiti, que se tornou uma famosa base de piratas. Em 1697, através do tratado de Ryswick e em 1777, através do Tratado de Aranjuez, a Espanha cedeu, oficialmente, à França, a posse da porção oeste da ilha.
Verificando a fertilidade do solo local, os franceses passaram a plantar tabaco, índigo, cana-de-açúcar e café na região. Como os índios locais tainos haviam sido massacrados pelos espanhóis, os franceses passaram a importar escravos africanos para trabalhar nas plantações. Os franceses denominaram a colônia São Domingos (Saint-Domingue). A capital inicial da colônia foi Cabo Francês. Em 1770, a capital foi transferida para a cidade de Porto do Príncipe, que havia sido fundada em 1749, no local de um antigo hospital utilizado pelos piratas. São Domingos tornou-se uma das mais lucrativas colônias europeias na América, sendo apelidada de "pérola do Caribe". Porém, em 1789, com a revolução Francesa, a agitação política na metrópole se transferiu para a colônia caribenha, gerando uma revolta de escravos em 1791 que culminou na abolição da escravidão em 1793 pelos representantes do governo revolucionário francês em São Domingos, Léger-Félicité Sonthonax e Étienne Polverel.

Durante a revolta, os proprietários de terras brancos foram massacrados pelos escravos. O cônsul francês Napoleão Bonaparte enviou, em 1802, uma força militar para restabelecer a ordem em São Domingos. Após violentos combates contra os revoltosos, o exército francês liderado pelo general Leclerc acabou por triunfar e enviar o principal líder da rebelião, Toussaint Louverture, para uma prisão na França, onde veio a morrer no ano seguinte em decorrência do rigor do clima e da má nutrição.

Porém a revolta prosseguiu em São Domingos, culminando na declaração de independência em 1804 por um companheiro de Louverture, Jean-Jacques Dessalines. O novo país passou a se chamar Haiti, que era o nome indígena de uma região da ilha e que significava "terra de altas montanhas". Dessalines se autoproclamou imperador Jacques I, porém acabou sendo assassinado em 1806. O país se dividiu em dois: uma monarquia no norte, sob o comando de Henri Cristophe e uma república ao sul, sob o comando de Alexandre Pétion. Henri Cristophe construiu uma grande fortaleza ao norte: a cidadela de La Ferrière. No mesmo ano em que fortaleza terminou de ser construída, 1820, Henri Cristophe se suicidou diante da iminência de uma rebelião popular.

Enquanto isso, Alexandre Pétion morreu, de febre amarela, em 1818. Sucedeu-o, como líder da República do Haiti, Jean Pierre Boyer, que retomou a região norte do Haiti, pondo fim ao Reino do Haiti. Em 1822, com a independência da República Dominicana, na porção leste da Ilha de Espanhola, a República do Haiti invadiu a região e unificou a ilha. Em 1825, a França aceitou reconhecer oficialmente a independência haitiana em troca de uma indenização de noventa mil francos. A alta quantia da indenização forçou o governo de Boyer a aumentar os impostos, o que diminuiu sua popularidade. Em 1843, uma revolução forçou Boyer a abdicar do cargo de presidente e a se exilar. A instabilidade política permitiu à República Dominicana expulsar os haitianos no ano seguinte. Daí em diante, os governos haitianos se sucederam velozmente, sem conseguir deter a onda de rebeliões.

Em 1857, os Estados Unidos reivindicaram a posse da ilha haitiana de Navassa, que possuía reservas abundantes de guano. O guano, na época, era uma importante matéria-prima para a indústria de fertilizantes. Não obstante os protestos haitianos, a companhia estadunidense Navassa Phosphate Company explorou o guano na ilha de 1865 até 1898. Em 1915, os Estados Unidos invadiram o país para proteger os interesses do banco Kuhn, Loeb & Company. Os Estados Unidos permaneceram no país até 1934. Após a saída estadunidense, o país retomou sua rotina de instabilidade política e rebeliões. Em 1957, François Duvalier foi eleito presidente e iniciou uma ditadura baseada na violência de sua milícia pessoal, os tonton macoutes. Duvalier permaneceu no poder até sua morte em 1971, sendo sucedido por seu filho Jean-Claude Duvalier. O filho continuou a política do pai até ser derrubado por um levante popular em 1986.

Após a queda de Jean-Claude Duvalier, o país retomou a sua instabilidade política costumeira. Em 2004, a Organização das Nações Unidas iniciou uma ocupação militar do país para estabelecer a ordem. Em 2010, um terremoto de grau sete arrasou o sul do país, deixando 200 000 mortos e mais de 1 000 000 de desabrigados.
O país possui duas línguas oficiais: o francês e o crioulo haitiano, que é derivado do francês. O francês é utilizado no ensino e na administração governamental, enquanto que o crioulo haitiano é a língua mais utilizada nas ruas.

O cristianismo católico é a religião da maioria dos haitianos (85 por cento), seguido pelo cristianismo protestante (quinze por cento), que vem tendo um grande crescimento recentemente. A religião afro-haitiana, o vodu, é praticada pela população conjuntamente com o cristianismo. O vodu baseia-se na possessão de seus praticantes pelas loas, os deuses do vodu.

A música utilizada nas cerimônias vodus influenciou o estilo musical nacional: o compas. Outro estilo musical típico do país é o rara ou gaga, que é tocado nas proximidades da páscoa em desfiles populares. O ritmo é originário da República Dominicana e tem, como principal instrumento, uma corneta de bambu chamada vaksen.
Uma das maiores festas populares haitianas é o carnaval. O prato básico dos haitianos é o arroz com feijão, acompanhado de frango frito, porco frito, farinha de milho, legumes e pimenta. Em termos arquitetônicos, merecem destaque os palácios e fortalezas construídos no início do século XIX por Henri Cristophe no norte do país. Hoje, as suas ruínas são patrimônio da humanidade segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.

O maior problema econômico do Haiti é o desemprego. Dois terços da população vivem de subempregos, muitas vezes vivendo com uma renda de menos de dois dólares estadunidenses por dia. Não há uma atividade econômica de destaque, seja na agricultura, na indústria ou no setor de serviços. A violência é uma constante nas ruas, o que inibe ainda mais eventuais empreendimentos econômicos.

Um fator que prejudica ainda mais o desenvolvimento econômico é a alta densidade populacional do país: 292 habitantes por quilômetro quadrado, a 28ª maior densidade populacional entre os países do mundo. O Brasil, por exemplo, tem 22 habitantes por quilômetro quadrado e Portugal, 115. Essa alta densidade populacional exaure as reservas naturais do país.

Um oásis nessa ausência de perspectivas econômicas é o balneário de Labadie, na costa norte haitiano. O balneário é alugado para a companhia de cruzeiros marítimos norueguesa-estadunidense Royal Caribbean International desde 1985 e se localiza numa península separada do resto do território haitiano por cadeias montanhosas e por uma força privada de segurança. O balneário proporciona empregos diretos ou indiretos para seiscentos haitianos, além de a companhia pagar seis dólares ao governo haitiano por cada turista trazido.

O país possui muitas construções históricas no norte do país. É atrações com grande potencial turístico, desde que sejam dotadas da infraestrutura necessária em segurança, transporte, alojamento, alimentação, orientação turística etc.

A caótica realidade haitiana deste início de século XXI nos leva todos a pensar em alternativas para combater a miséria nesse país. Outro tema que domina as discussões no mundo atualmente é a questão da preservação ambiental. O fato de ambos os temas, Haiti e ecologia, estarem em voga ao mesmo tempo nos leva, naturalmente, a encarar a questão haitiana sob o prisma ecológico. A luta pela preservação ambiental no Haiti passa, necessariamente, pelo controle demográfico, pois o país apresenta uma alta densidade populacional, responsável direta pela degradação da natureza no país. As florestas foram devastadas para obtenção de lenha. Sem a cobertura vegetal, os solos foram lavados pelas chuvas e se tornaram áridos. Sem produção suficiente de alimentos, a fome tornou-se inevitável, alimentando a instabilidade política permanente do país. Tudo isso nos leva a concluir que, no Haiti e no mundo, a questão ecológica está unida à questão social. E, particularmente no caso do Haiti, ambas as questões estão relacionadas à questão demográfica.

http://pt.wikibooks.org/wiki/Haiti

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Haiti: um vídeo como poucos.


Um país das Caraíbas que ocupa o terço ocidental da ilha Hispaniola (ou Ilha de São Domingos), possuindo uma das duas fronteiras terrestres da região, a fronteira que faz com a República Dominicana, a leste. Além desta fronteira, os territórios mais próximos são as Bahamas e Cuba a noroeste, Turks e Caicos a norte, e Navassa a sudoeste. A capital é Porto Príncipe (Port-au-Prince).

O catolicismo romano é a religião de estado, professada pela maioria populacional. Houve várias conversões ao protestantismo sendo agora essa a segunda mais popular religião do país. Muitos haitianos também praticam tradições vodu, sem ver nelas nenhum conflito com a sua fé cristã.

O Haiti é uma república presidencialista com um Presidente eleito e uma Assembleia Nacional. A constituição foi introduzida em 1987 e teve como modelo as constituições dos Estados Unidos e da França. Foi parcial ou completamente suspensa durante alguns anos, mas voltou à plena validade em 1994.

Sua cultura foi influenciada pela França. A cultura do Haiti também veio da África com as exportações de africanos.

Fonte: Wikipédia.

montedo.com: Haiti: um vídeo como poucos: Excelente! Se existe algo de que as Forças Armadas do Brasil podem e devem se orgulhar, é de sua atuação no Haiti. Assista e divulgue. Ah,...

quarta-feira, 20 de junho de 2012

NASCER DE NOVO


Minha vida foi uma procura
Com a alma cheia de agruras eu chorava tanto
E tentando achar uma saída
Apagar cenas da minha vida
Quantos desenganos, a verdade eu já conhecia,
Que Jesus morreu por mim um dia,
quanto sofrimento...
Foi ferido e também humilhado,
Por amor ele sofreu calado
todos os momentos.

Na realidade, o que eu queria era nascer, de novo
Apagar esse passado triste do meu coração,
Enxugar as lágrimas que ainda rolam do meu rosto,
E pra isso eu sei que só Jesus dará a solução, então
Queima Jesus!!! Queima, queima toda a amargura,
Limpa Jesus, deixe a minha alma pura,
Toca, Jesus, toca, toca fundo no meu ser
No Seu amor me surpreenda
Quero sentir a sua presença nos Seus abraços de poder.

domingo, 3 de junho de 2012

Visite a cidade de Lages em Santa Catarina - Brasil.


Maior cidade em extensão territorial da Serra Catarinense, é o principal município da região da Serra Catarinense e oitavo mais populoso do estado de Santa Catarina. Lages também é o berço do turismo rural no Brasil – em meados da década de 1980, fazendas tradicionais, algumas com mais de 100 anos de história, abriram suas porteiras para hospedar visitantes interessados em descanso e convívio com a natureza. A novidade logo conquistou adeptos de todos os cantos, fascinados pela possibilidade de acompanhar o cotidiano de uma fazenda “de verdade” – nos hotéis-fazenda, as atividades voltadas à agricultura e à pecuária continuam transcorrendo normalmente.

Fundada em 1677 pelo bandeirante paulista Antônio Correia Pinto de Macedo, a cidade integrava a rota dos tropeiros que conduziam gado entre o Rio Grande do Sul e São Paulo. Correia Pinto teria sido o responsável por batizar a Vila de Nossa Senhora dos Prazeres dos Campos das Lajes de Pedra, referência à abundância de pedra laje encontrada na região. Com o tempo, o nome foi reduzido naturalmente. A economia local sempre esteve associada à pecuária – o município tem o maior rebanho bovino do estado, com quase 80 mil cabeças. Em meados do século XX, entre as décadas de 50 e 60, a região viveu intensamente o ciclo econômico da madeira.

Se a visita a Lages for programada para o feriado de Corpus Christi, em junho, coincidirá com a Festa Nacional do Pinhão, um dos maiores eventos do Sul do país, capaz de reunir até 400 mil pessoas em torno dos pratos deliciosos e das atrações musicais durante dez dias.

TURISMO RURAL

Boqueirão Hotel-Fazenda
Propriedade da família Gamborgi desde 1896, ocupa uma área de 7,5 km². As atrações incluem cavalgadas, passeios de charrete, pesca em açudes, piscina térmica, campo de futebol, quadra de tênis, observação de pássaros, apresentações artísticas, rapel, tirolesa, sala de jogos, playground e sala de recreação para as crianças. Na cozinha e no “bolicho”, típico bar rural de construção rústica, o uso de panelas de ferro e de fogões a lenha assegura a autenticidade do sabor da comida campeira. A estrutura, que possui inclusive um heliporto, é preparada para hóspedes da terceira idade, com assistência médica em tempo integral e tarifas especiais. Para os aventureiros, a operadora Boqueirão Trail, que funciona no hotel, organiza passeios planejados para veículos 4 x 4, em trilhas de até 140 km, que atravessam as fazendas históricas da Coxilha Rica.
BR-282, Km 228, saída para São José do Cerrito.
Fone: (49) 3221-9900
www.fazendaboqueirao.com.br

Hotel-Fazenda Pedras Brancas
Fundada em 1894 por Vicente Gamborgi, foi um dos primeiros hotéis-fazenda a iniciar as atividades na região, em 1985. Além da diversidade de belezas naturais – montanhas, cachoeiras, trilhas e o Parque Pedras Brancas, com pitorescas formações rochosas –, oferece passeios de quadriciclo e de charrete, pescaria e sauna. Destaque também para as apresentações de danças típicas regionais (com direito a oficina de dança) e o turismo de aventura, com escalada, rapel, tirolesa e trilhas para mountain bike e jipe.
SC-438, Km 10, Distrito de Pedras Brancas.
Fone: (49) 3223-2073
www.fazendapedrasbrancas.com.br

HISTÓRIA E CULTURA

Museu Malinverni Filho
Reúne quadros e objetos de Agostinho Malinverni Filho (1913-1971), considerado o maior artista plástico lageano. Suas pinturas mais célebres reproduziram as paisagens da região. Ele também fazia esculturas, muito das quais estão nas praças da cidade – a estátua do fundador de Lages, Correia Pinto, é fundida em bronze, tem 3 m de altura e pesa mais de 500 kg. O museu fica na casa de dois andares em que o artista viveu com a mulher, Maria do Carmo, idealizadora e organizadora do acervo, que reúne mais de 2 mil peças – incluindo um retrato dela pintado pelo marido em 1948. Também estão no museu o primeiro quadro de Malinverni Filho, produzido em 1926 (quando ele tinha 13 anos), e a última obra, inacabada, chamada Paisagem Serrana, de 1971. Uma sala é reservada à exposição de trabalhos de novos talentos da cidade. O museu abre nos fins de semana para grupos com mais de dez pessoas, mediante agendamento prévio.
Rua Manoel Thiago de Castro, 109, Centro.
Segunda a sexta, 9h às 11h30 e 13h30 às 17h30.
Fone: (49) 3222-7831

Museu Histórico Thiago de Castro
Criado em 1943, reúne numeroso acervo de documentos, objetos e livros arrecadados junto às mais tradicionais famílias lageanas pelo fundador do museu, Danilo Thiago de Castro (1919-2006), neto do político Manoel Thiago de Castro (1872-1941). Eleito deputado estadual em 1904, Manoel foi reeleito sucessivamente até 1937, um recorde de longevidade em um cargo público eletivo. São mais de 3 mil objetos, entre vasos, louças, utensílios domésticos e roupas, além de 20 mil documentos e fotos.
Rua Benjamin Constant, s/n, esquina com a Rua Hercílio Luz, Centro.
Segunda a sexta, 8h às 12h e 14h às 18h; sábado, 9h às 12h e 14h às 17h.
Fone: (49) 3222-7603
www.mtclages.blogspot.com

Memorial Nereu Ramos

Reúne fotos, documentos e objetos pessoais de Nereu Ramos (1888-1958), o único catarinense a chegar à Presidência da República, filho de uma tradicional família lageana ligada à política – seu pai, Vidal Ramos, foi governador de Santa Catarina. Nereu era presidente do Senado quando assumiu a Presidência, depois do golpe liderado pelo general Henrique Teixeira Lott, em 1955. Três meses depois, passou o cargo a Juscelino Kubitschek e assumiu o Ministério da Justiça. Morreu em um acidente aéreo no Paraná (que também vitimou dois outros importantes políticos catarinenses, Leoberto Leal e Jorge Lacerda). Localizado ao lado do histórico Colégio Vidal Ramos, o memorial abriga os restos mortais de Nereu Ramos.
Rua Frei Rogério, esquina com Aristiliano Ramos, Centro.
Segunda a sexta, 9h às 11h30 e 13h às 17h; sábado, 10h às 16h.
Fone: (49) 3224-7425
Fone: (49) 3223-5410

Teatro Municipal Marajoara
Prédio no estilo art déco, com linhas gerais simples e detalhes rebuscados inspirados na arte indígena, foi inaugurado em 1947 como um cinema. Sua capacidade para 520 pessoas é destinada atualmente a diversas atividades – de apresentações teatrais e musicais a formaturas e outros eventos festivos. Nos dias úteis, a visitação pode ser feita em horário comercial, mas aos finais de semana a abertura e a presença dos funcionários estão condicionadas à realização de eventos.
Rua Presidente Nereu Ramos, 74, Centro.
Segunda a sexta, 8h às 12h e 14h às 18h.
Fone: (49) 3224-8325

Palácio Municipal

O prédio que até hoje sedia a prefeitura de Lages foi inaugurado em 1901. Construído com blocos de pedra laje, cuja abundância na região inspirou o nome da cidade, tem arquitetura de influência italiana.
Rua Benjamin Constant, 13, Centro.
Segunda a sexta, 8h às 12h e 14h às 18h.
Fone: (49) 3221-1000

Monumentos

Personagens e momentos históricos de Lages estão retratados em diversos monumentos espalhados pela cidade. O Tropeiro, construído em frente ao Parque de Exposições Conta Dinheiro, homenageia os pioneiros que cruzavam o Planalto Serrano – a cidade foi fundada por um deles, Antônio Correia Pinto de Macedo. Em frente à Fundação Cultural, está o monumento O Trançador, reverência aos artesãos que fabricavam apetrechos de montaria nos primórdios da colonização da cidade. Os Imigrantes, na esquina das avenidas Dom Pedro II e Primeiro de Maio, retratam a miscigenação que formou a atual população de Lages. Na Praça Vidal Ramos, ao lado do terminal urbano de ônibus, o Carro de Molas lembra um meio de transporte muito usado no passado.

Coxilha Rica

Planície com cerca de 100 km², a Coxilha Rica preserva paisagens de mais de dois séculos atrás, época em que a região integrava a rota dos tropeiros que faziam o caminho entre São Paulo e o Rio Grande do Sul. Hoje, permanece como um dos locais preferidos para cavalgadas, em meio a fazendas históricas, rios, campos e banhados. Também lá continuam os corredores formados por antigos muros de taipa, construções em pedra basalto erguidas para guiar o caminho e evitar que os rebanhos se dispersassem.

Coxilha Rica Turismo Equestre
Organiza cavalgadas que podem durar até uma semana.
Rua Caetano Costa Júnior, 54, Centro.
Fone: (49) 3222-3079
Fone: (49) 9973-1817
www.coxilharica.com.br

O QUE FAZER

Salto do Rio Caveiras

A 20 km do centro de Lages, o Salto do Rio Caveiras é conhecido como a “praia dos lageanos”. Cercado por extensa área verde, o lago é usado para pesca e prática de esportes náuticos. Há uma cachoeira artificial que proporciona banhos refrescantes. Além da beleza natural, o visitante pode conhecer a Usina Hidrelétrica do Caveiras, a primeira a ser construída na região, inaugurada em 1953 e utilizada atualmente para situações de emergência. A estrutura inclui restaurantes, camping e um grande trapiche.
BR-282, em direção a São José do Cerrito.

Parque Ecológico João José Theodoro da Costa Neto

Com uma área de 2,3 km², é um trecho integralmente preservado da floresta ombrófila mista, tipo de vegetação drasticamente reduzida com a exploração madeireira e o crescimento das cidades catarinenses. Alguns dos 8 mil pinheiros nativos que fazem parte da reserva chegam a 20 m de altura – estima-se que tenham mais de 500 anos de idade. Há outras espécies de árvores também centenárias. Com sorte e atenção, o visitante pode ver a gralha-azul, ave-símbolo da região, espécie em extinção que sobrevive apenas em áreas preservadas e que ajudou a disseminar as sementes de araucária. O parque ecológico, cujo nome homenageia o antigo proprietário das terras, foi implantado em 1997.
Entroncamento entre as BRs 116 e 282.

Parque Jonas Ramos

Quem hoje vê o aprazível parque no centro de Lages, frequentado por mães que passeiam com carrinhos de bebê e por adolescentes que jogam basquete e conversam animadamente, não imagina que sua história remonta aos tempos da fundação da cidade. Conhecido como Tanque, o local era usado pelas mulheres para lavar roupas – e as crianças aproveitavam para tomar banho. O lago, hoje urbanizado e ocupado por pedalinhos, foi construído por volta de 1771, a partir de um pequeno córrego represado, para que as mulheres pudessem realizar essas atividades sem correr o risco de ataques de índios e de animais. A iniciativa foi de Antônio Correia Pinto de Macedo, fundador da cidade. Uma antiga lenda diz que, desde que uma mãe abandonou o filho recém-nascido no local, o lago abriga uma serpente gigante, que só não escapa e ataca a cidade graças à proteção de Nossa Senhora dos Prazeres.

TURISMO RELIGIOSO

Catedral Diocesana Nossa Senhora dos Prazeres

Em estilo gótico, foi construída por padres franciscanos com blocos de pedra laje, assim como a prefeitura. Inaugurada em 1922, depois de uma década de trabalho, a Catedral tem como destaque os murais projetados pelo alemão August Scheidgen. O peso dos sinos, trazidos em 1920 também da Alemanha, totaliza três toneladas. O maior deles, batizado de Cristo Salvador, tem 1.520 kg – só o badalo pesa 87 kg.
Rua Frei Gabriel, 145, Centro.
Terça a sexta, 9h às 12h e 14h às 18h; sábado, 9h às 11h30.
Fone: (49) 3222-2392
www.diocesedelages.org.br

Morro da Cruz

Também chamado de Morro Grande, tem no topo uma cruz com 19 m de altura e uma gruta com imagens sacras, motivos de peregrinação em datas religiosas, como a Semana Santa. A escadaria de 500 degraus celebra os 500 anos da chegada dos portugueses ao Brasil.
Rua João Odilo Madruga, com acesso pela Av. Dom Pedro II, Morro Grande.

GASTRONOMIA

Os restaurantes mais tradicionais da cidade estão nos hotéis-fazenda, mas há outras boas opções. Além do irresistível café colonial, também há o famoso carreteiro, o feijão de tropeiro e o entrevero – delicioso prato típico preparado com mistura de carnes de gado e porco, legumes e pinhão. O charque de frescal – carne curtida no sal grosso por três noites, sob o sereno – é uma variação do charque gaúcho; a diferença é o modo de preparo, que torna a carne mais macia e úmida.
www.lages.sc.gov.br/turismo/gastronomia.php

Festa Nacional do Pinhão

A ideia de celebrar o fruto-símbolo de Lages em uma festa nasceu em 1973. Contudo, alguns anos se passaram entre a primeira e a segunda edição. Apenas em meados da década de 80, a divulgação se profissionalizou e o evento ganhou notoriedade. Desde então, a festa tem crescido em tamanho e importância ano após ano. Realizada no Parque de Exposições Conta Dinheiro, reúne multidões atraídos pelos shows musicais com artistas de prestígio nacional e pelas delícias da gastronomia – cuja maior estrela é o pinhão, claro. O símbolo da festa é a gralha-azul, ave que contribui para a disseminação da semente da araucária, árvore que produz o pinhão. O evento, realizado na época do feriado de Corpus Christi, estende-se por dez dias. Simultaneamente ocorre um festival de música nativista, a Sapecada da Canção.
Parque de Exposições Conta Dinheiro
Av. Luiz de Camões, s/n, Conta Dinheiro.
Fone: (49) 3222-7100
www.festadopinhao.com

ARTESANATO

Casa do Artesão
Reúne produtos artesanais relacionados à cultura local. O visitante pode comprar mantas e palas de lã, trabalhos em couro, taquara e vime, além de licores de maçã e de figo.
Rua Benjamin Constant, 141, anexo à Fundação Cultural, Centro.
Segunda a sexta, 14h às 18h. (49) 3224-7425

NEGÓCIOS E EVENTOS

A Expolages, realizada em outubro no Parque de Exposições Conta Dinheiro, destaca a produção agropecuária da região de Lages. A Festa do Lambari, no Salto do Rio Caveiras, tem concurso de pesca, gastronomia e espetáculos musicais (ocorre em data móvel, no final de verão, normalmente em março). Em outubro, na Via Gastronômica, há o Festival da Truta. Na área da cultura, destaque para o Festival de Teatro de Lages, conhecido como Fetel, realizado em setembro no Teatro Municipal Marajoara.

SERVIÇOS

Infraestrutura
O município é a porta de entrada e o polo econômico da Serra Catarinense, dispondo da maior infraestrutura turística da região. Conhecida como berço do turismo rural, a cidade tem ainda bons hotéis no Centro.
Central de Informações Turísticas
Fone: (49) 3223-6206
Secretaria de Turismo
Fone: (49) 3225-0722
Fone: (49) 3226-1117
www.lages.sc.gov.br/turismo
Hospedagem : 2.710 leitos

ACESSOS

Por via aérea
O aeroporto da cidade ainda não dispõe de linhas comerciais regulares.
Aeroporto Antônio Correia Pinto de Macedo
Fone: (49) 3227-0292

Por via rodoviária
De Florianópolis: BRs 101 e 282.
De Porto Alegre: BR-116.
De Curitiba: BR-116.

Distâncias de Lages
Capão Alto: 30 km
São José do Cerrito: 41 km
Anita Garibaldi: 199 km
Florianópolis: 223 km
Porto Alegre: 348 km
Curitiba: 364 km