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terça-feira, 17 de julho de 2012

Ser melhor é possível, acredite!


Faça como os passarinhos: comece o dia cantando.

A música é alimento para o espírito.

Cante qualquer coisa, cante desafinado, mas cante!
Cantar dilata os pulmões e abre a alma para tudo de bom que a vida tem a oferecer.
Se insistir em não cantar, ao menos ouça muita música e deixe-se absorver por ela.

Ria da vida, ria dos problemas, ria de você mesmo.
A gente começa a ser feliz quando é capaz de rir da gente mesmo. Ria das coisas boas que lhe acontecem, ria das besteiras que você já fez.
Ria abertamente para que todos possam se contagiar com a sua alegria. Não se deixe abater pelos problemas.
Se você procurar se convencer de que está bem, vai acabar acreditando que realmente está e quando menos perceber vai se sentir realmente bem.
O bom humor, assim como o mau humor, é contagiante.

Qual deles você escolhe? Se você estiver bem-humorado, as pessoas ao seu redor também ficarão e isso lhe dará mais força. Leia coisas positivas.
Leia bons livros, leia poesia, porque a poesia é a arte de aceitar a alma. Leia romance, leia a Bíblia, estórias de amor, textos que possam reavivar seus sentimentos mais puros. Pratique algum esporte. O peso da cabeça é muito grande e tem de ser contrabalançado com alguma coisa! Você certamente vai se sentir bem.

Você pode até sair arranhado, mas verá que valeu muito mais a pena. Não deixem escapar as oportunidades que a vida lhe oferece, elas não voltam! Não é você quem está passando, são as oportunidades que você deixar de usufruir.
Não deixe que seus problemas se acumulem, resolva-os logo. Fale, converse, explique, discuta, brigue: o que mata é o silêncio, o rancor. Exteriorize tudo, deixe que as pessoas saibam que você as estima, as ama, precisa delas, principalmente em família.

AMAR NÃO É VERGONHA, pelo contrário, É LINDO!

Cultive a paz em seu interior e você sentira o pulsar da vida... Mostrando-te novos caminhos e soluções para teus problemas. O teu caminho esta iluminado pode seguir...
E leve todos os teus sonhos juntos... Nenhuma barreira é intransponível se você estiver disposto a lutar contra ela; se seus propósitos forem positivos, nada poderá detê-lo. (Darwin Zinneck)

Uma coisa aprendi durante a minha vida, sofrer não e a pior coisa que existe. Desobedecer a Deus e a pior de todas as coisas.

Sinceramente,
Fernanda Torres/2010
fftorres65@hotmail.com

"Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem".Lucas 2:14

domingo, 15 de julho de 2012

A Profecia se Cumpriu - Ana Paula Valadão - Invadindo a Mídia Secular.






A profecia se cumpriu e a música Gospel invadiu as mídias seculares, sabemos que tudo isso ainda é apenas o começo.
Veja o que Ana Paula Valadão – Diante do Trono, disse em 2008 e acompanhe tudo o que já aconteceu de lá pra cá.

http://www.youtube.com/watch?v=iX8csptjMK4

sexta-feira, 13 de julho de 2012

SEIS REGRAS PARA O JOVEM CRISTÃO.


1. Jamais despreze a oração diária. E, quando orar, lembre que Deus está presente ali, ouvindo suas orações. "Sem fé é impossível agradar a Deus" (Heb 11:6).

2. Jamais menospreze a leitura diária da Bíblia Sagrada. E, quando ler, lembre que Deus está falando a você; portanto, precisa crer e agir de acordo com o que Ele diz. Acredito que toda apostasia começa em se negligenciar estas duas regras. “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim;" (João 5:39).

3. Jamais passe um dia sem fazer algo para Jesus. Todas as noites, medite sobre aquilo que Ele fez por você e pergunte a si mesmo: "O que estou fazendo por Ele?"
"Vós sois o sal da terra" (Mat. 5:13-16).

4. Se você está em dúvida acerca de algo ser correto ou errado, dirija-se ao seu quarto, dobre seus joelhos e peça a bênção de Deus sobre aquilo. "E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. Se você não puder fazê-lo, aquilo é algo errado" (Col. 3:17). “Mas aquele que tem dúvidas se come está condenado, porque o que faz não provém da fé; e tudo o que não provém da fé é pecado.” (Rom 14:23).

5. Jamais copie seu cristianismo de outros cristãos ou argumente que tal pessoa faz isto ou aquilo e, por conseguinte, você também pode fazê-lo. "Pois não ousamos contar-nos, ou comparar-nos com alguns, que se louvam a si mesmos; mas estes, medindo-se consigo mesmos e comparando-se consigo mesmos, estão sem entendimento." (II Cor 10:12). Pergunte a si mesmo: "como o Senhor Jesus agiria em meu lugar?" E esforce-se para segui-Lo. "Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar." (João 10:27).

6. Jamais creia naquilo que você sente, se contradiz a Palavra de Deus. Pergunte a si mesmo: "O que eu sinto é verdadeiro, sendo confirmado pela Palavra de Deus?" Se ambos não podem ser verdadeiros, creia em Deus e acredite que seu coração está mentindo. "De modo nenhum; antes seja Deus verdadeiro, e todo homem mentiroso; como está escrito: Para que sejas justificado em tuas palavras, e venças quando fores julgado." (Rom 3:4). "Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho; quem a Deus não crê, mentiroso o faz, porque não crê no testemunho que Deus de seu Filho dá." I João 5:10-11).

Autor: Brownlow North

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terça-feira, 10 de julho de 2012

Gurus da saúde.


Com dicas simples, preparadores físicos, nutricionistas e médicos, ajudam pacientes a abandonar vícios, sair do sedentarismo, melhorar hábitos alimentares e, assim, conquistar a tão sonhada qualidade de vida.

Onze mandamentos de Nuno Cobra, preparador físico:

1- Durma pelo menos oito horas e tente acordar sem despertador. "Ele é uma agressão ao organismo"

2- Alimente-se a cada três horas, em pequenas quantidades.

3- Cheire a comida, pegue as folhas com as mãos e mastigue o mais devagar
possível.

4- Exerça alguma atividade física pelo menos três vezes por semana.
Uma hora de caminhada pode ser praticada por qualquer pessoa, em qualquer lugar, e é suficiente para obter os benefícios do esporte.

5- Evite ficar nervoso. Em situações de stress, boceje e espreguice-se.

6- Dedique pelo menos quinze minutos do dia à meditação.
Escolha um local silencioso, sente-se numa posição confortável e esqueça-se da vida.

7- Tome ao menos dois banhos frios por dia. Esse hábito é energizante. (se não for capaz, finalize seu duche ou banho com um jacto de água fria ascendente, a começar no pé esquerdo e a terminar na mão direita).

8- Nenhum tratamento funciona se não se abandonarem vícios e se não se adquirirem hábitos de higiene de vida.

9- Quando fizer exercícios físicos, concentre-se apenas neles.
Não leia enquanto pedala na bicicleta nem ouça música enquanto corre.

10- Preste atenção ao fluxo de ar que entra e sai de seu pulmão e procure respirar mais profundamente.

11 - Faça elogios com mais frequência. Essa tática funciona como um ímã e faz com que todos queiram estar ao seu lado.

Os cinco mandamentos de Alfredo Halpern, endocrinologista.

1- Não se culpe por ser gordo. Procure ajuda e emagreça!

2- Fuja das fórmulas mágicas e das dietas milagrosas. O importante é aprender a comer!

3- Não há alimento proibido. O segredo é não exagerar em nada!

4- É possível comer bem e ter um peso normal.

5- Obesidade é uma doença e, às vezes, seu tratamento requer a intervenção de medicamentos, mas lembre-se: eles precisam ser receitados por um médico!

Os cinco mandamentos de Fernanda Lima e Ari Stiel Radu, reumatologistas.

1- Não pratique exercícios em locais expostos à poluição, como avenidas movimentadas. Escolha os horários com menos tráfego ou deixe para se exercitar em casa, numa esteira, por exemplo.

2- A regularidade traz mais benefícios à saúde do que a intensidade da atividade física.

3- Fique atento à postura. Se você não se cuidar, todo o seu esforço com atividades físicas poderá ser em vão.

4- Seja paciente com seu corpo. Em um mês, você não vai recuperar o atraso de dez anos.

5- Não se exercite em horários de calor excessivo, para não sofrer desidratação. (fazê-lo, acelera a oxidação celular, logo o envelhecimento prematuro do organismo. O mesmo se passa quando se pratica atividade física em ambientes poluídos ou não aromatizados).

Os cinco mandamentos de Mauricio Hirata, clínico geral.

1- Arrume um espaço na agenda para fazer ginástica, como o horário do almoço.

2- Coma alimentos saudáveis. Se for o caso, leve a comida de casa.

3- Ponha um comedouro para pássaros na janela de sua casa ou apartamento e
observe os movimentos dos animais. “É excelente para relaxar”.

4- Não perca muito tempo de seu dia no trânsito. Se você mora longe do trabalho, mude-se para mais perto.

5- Deixe a janela do quarto, entreaberta. Se você tem dificuldade em acordar de
manhã, a luz ajuda o cérebro a perceber que já é dia.

Os cinco mandamentos de Tânia Rodrigues, nutricionista.

1- Acostume-se a beber mais água. Deixe uma garrafa de meio litro sobre a mesa de trabalho e outra dentro do carro.

2- Inclua pelo menos três frutas na alimentação diária. Elas garantem quantidades mínimas de vitaminas, fibras e minerais, que ajudam a prevenir diversos tipos de câncer.

3- Não saia de casa sem se alimentar. Se sua refeição for apenas um cafezinho, pelo menos acrescente um pouco de leite à xícara.

4- O jantar deve ser a refeição mais leve do dia. Se você tem mais fome à noite, faça um esforço e coma menos nesse horário. O corpo se acostumará e você terá mais apetite de manhã.

5- Coma uma pequena porção de algum alimento rico em carboidrato trinta minutos antes das atividades físicas. Isso vai melhorar seu rendimento.

Os cinco mandamentos de Hong Jin Pai, acupunturista.

1- Reclamar da vida só causa stress. Em vez de resmungar porque faz frio, vista um agasalho.

2- Passamos a maior parte do dia no trabalho. Por isso, você precisa amar o que faz.

3- Aproveite o trânsito para escutar alguma música de que goste, estudar um
idioma ou, se não estiver dirigindo, ler.

4- Seja otimista. Lembre-se de que todas as crises são passageiras.

5- A terceira idade deve ser a melhor fase da vida. Estude, exercite-se e leia.
Ficar parado acelera o envelhecimento.

Se conseguirmos assimilar e aplicar as dicas desses gurus, com certeza viveremos melhores...

Repasse estas dicas para seus amigos, pois são interessantes...

sábado, 30 de junho de 2012

Conhecendo o Haiti.


O Haiti é o país mais pobre da América. A este triste cenário, se acrescentam golpes militares frequentes, ditaduras, violência e desastres naturais.

O Haiti ocupa a porção oeste da ilha de Espanhola, no Caribe. São 24 700 quilômetros quadrados de superfície montanhosa, interrompida apenas pela planície litorânea e pelos vales dos rios. O clima é tropical, com média de temperatura de 27 graus centígrados.

A vegetação original de florestas do país foi devastada nos últimos séculos pela ação do homem para obtenção de lenha e para aumento da área agrícola, ficando preservada somente nas regiões mais altas e de difícil acesso. Animais típicos do país são os iguanas, os jacarés, as hutias, os peixes-bois-marinhos e a baleia-jubarte. Árvores típicas são o mogno, o jacarandá, o pinho, o cedro-antilhano, a palmeira-real, o carvalho-do-haiti e espécies xerofíticas.

O país costuma ser atingido por furacões e tempestades tropicais durante o verão. O rio principal é o Artibonite, que nasce nas montanhas do centro da ilha, corta o vale no centro do país e deságua no golfo de Gonâves. Existe um grande lago de água salgada no interior do país: o Azuei, também chamado Saumâtre.

Os primeiros europeus a chegarem ao atual território do Haiti foram os espanhóis da expedição de Cristóvão Colombo de 1492. Na noite de natal, a nau Santa Maria encalhou na costa norte do Haiti e teve de ser abandonada. Os espanhóis seguiram a viagem de exploração da região, porém deixaram um grupo de 39 homens no local, no forte construído com os restos da nau Santa Maria, o Forte Natividade (La Natividad), no local da atual cidade haitiana de Molhe São Nicolau (Môle Saint-Nicolas). Quando voltaram à cidade, no ano seguinte, Colombo constatou que a mesma havia sido arrasada pelos indígenas.

A ilha batizada por Colombo como A Espanhola (La Española) era conhecida pelos índios locais tainos como Quisqueia. Os espanhóis ocuparam principalmente a porção leste da ilha, onde fundaram a cidade de Santo Domingo. A porção oeste da ilha ficou esquecida, o que possibilitou que ela fosse ocupada por piratas franceses ao longo dos séculos XVI e XVII. Especialmente a Ilha da Tartaruga (Île da la Tortue), na costa norte do Haiti, que se tornou uma famosa base de piratas. Em 1697, através do tratado de Ryswick e em 1777, através do Tratado de Aranjuez, a Espanha cedeu, oficialmente, à França, a posse da porção oeste da ilha.
Verificando a fertilidade do solo local, os franceses passaram a plantar tabaco, índigo, cana-de-açúcar e café na região. Como os índios locais tainos haviam sido massacrados pelos espanhóis, os franceses passaram a importar escravos africanos para trabalhar nas plantações. Os franceses denominaram a colônia São Domingos (Saint-Domingue). A capital inicial da colônia foi Cabo Francês. Em 1770, a capital foi transferida para a cidade de Porto do Príncipe, que havia sido fundada em 1749, no local de um antigo hospital utilizado pelos piratas. São Domingos tornou-se uma das mais lucrativas colônias europeias na América, sendo apelidada de "pérola do Caribe". Porém, em 1789, com a revolução Francesa, a agitação política na metrópole se transferiu para a colônia caribenha, gerando uma revolta de escravos em 1791 que culminou na abolição da escravidão em 1793 pelos representantes do governo revolucionário francês em São Domingos, Léger-Félicité Sonthonax e Étienne Polverel.

Durante a revolta, os proprietários de terras brancos foram massacrados pelos escravos. O cônsul francês Napoleão Bonaparte enviou, em 1802, uma força militar para restabelecer a ordem em São Domingos. Após violentos combates contra os revoltosos, o exército francês liderado pelo general Leclerc acabou por triunfar e enviar o principal líder da rebelião, Toussaint Louverture, para uma prisão na França, onde veio a morrer no ano seguinte em decorrência do rigor do clima e da má nutrição.

Porém a revolta prosseguiu em São Domingos, culminando na declaração de independência em 1804 por um companheiro de Louverture, Jean-Jacques Dessalines. O novo país passou a se chamar Haiti, que era o nome indígena de uma região da ilha e que significava "terra de altas montanhas". Dessalines se autoproclamou imperador Jacques I, porém acabou sendo assassinado em 1806. O país se dividiu em dois: uma monarquia no norte, sob o comando de Henri Cristophe e uma república ao sul, sob o comando de Alexandre Pétion. Henri Cristophe construiu uma grande fortaleza ao norte: a cidadela de La Ferrière. No mesmo ano em que fortaleza terminou de ser construída, 1820, Henri Cristophe se suicidou diante da iminência de uma rebelião popular.

Enquanto isso, Alexandre Pétion morreu, de febre amarela, em 1818. Sucedeu-o, como líder da República do Haiti, Jean Pierre Boyer, que retomou a região norte do Haiti, pondo fim ao Reino do Haiti. Em 1822, com a independência da República Dominicana, na porção leste da Ilha de Espanhola, a República do Haiti invadiu a região e unificou a ilha. Em 1825, a França aceitou reconhecer oficialmente a independência haitiana em troca de uma indenização de noventa mil francos. A alta quantia da indenização forçou o governo de Boyer a aumentar os impostos, o que diminuiu sua popularidade. Em 1843, uma revolução forçou Boyer a abdicar do cargo de presidente e a se exilar. A instabilidade política permitiu à República Dominicana expulsar os haitianos no ano seguinte. Daí em diante, os governos haitianos se sucederam velozmente, sem conseguir deter a onda de rebeliões.

Em 1857, os Estados Unidos reivindicaram a posse da ilha haitiana de Navassa, que possuía reservas abundantes de guano. O guano, na época, era uma importante matéria-prima para a indústria de fertilizantes. Não obstante os protestos haitianos, a companhia estadunidense Navassa Phosphate Company explorou o guano na ilha de 1865 até 1898. Em 1915, os Estados Unidos invadiram o país para proteger os interesses do banco Kuhn, Loeb & Company. Os Estados Unidos permaneceram no país até 1934. Após a saída estadunidense, o país retomou sua rotina de instabilidade política e rebeliões. Em 1957, François Duvalier foi eleito presidente e iniciou uma ditadura baseada na violência de sua milícia pessoal, os tonton macoutes. Duvalier permaneceu no poder até sua morte em 1971, sendo sucedido por seu filho Jean-Claude Duvalier. O filho continuou a política do pai até ser derrubado por um levante popular em 1986.

Após a queda de Jean-Claude Duvalier, o país retomou a sua instabilidade política costumeira. Em 2004, a Organização das Nações Unidas iniciou uma ocupação militar do país para estabelecer a ordem. Em 2010, um terremoto de grau sete arrasou o sul do país, deixando 200 000 mortos e mais de 1 000 000 de desabrigados.
O país possui duas línguas oficiais: o francês e o crioulo haitiano, que é derivado do francês. O francês é utilizado no ensino e na administração governamental, enquanto que o crioulo haitiano é a língua mais utilizada nas ruas.

O cristianismo católico é a religião da maioria dos haitianos (85 por cento), seguido pelo cristianismo protestante (quinze por cento), que vem tendo um grande crescimento recentemente. A religião afro-haitiana, o vodu, é praticada pela população conjuntamente com o cristianismo. O vodu baseia-se na possessão de seus praticantes pelas loas, os deuses do vodu.

A música utilizada nas cerimônias vodus influenciou o estilo musical nacional: o compas. Outro estilo musical típico do país é o rara ou gaga, que é tocado nas proximidades da páscoa em desfiles populares. O ritmo é originário da República Dominicana e tem, como principal instrumento, uma corneta de bambu chamada vaksen.
Uma das maiores festas populares haitianas é o carnaval. O prato básico dos haitianos é o arroz com feijão, acompanhado de frango frito, porco frito, farinha de milho, legumes e pimenta. Em termos arquitetônicos, merecem destaque os palácios e fortalezas construídos no início do século XIX por Henri Cristophe no norte do país. Hoje, as suas ruínas são patrimônio da humanidade segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.

O maior problema econômico do Haiti é o desemprego. Dois terços da população vivem de subempregos, muitas vezes vivendo com uma renda de menos de dois dólares estadunidenses por dia. Não há uma atividade econômica de destaque, seja na agricultura, na indústria ou no setor de serviços. A violência é uma constante nas ruas, o que inibe ainda mais eventuais empreendimentos econômicos.

Um fator que prejudica ainda mais o desenvolvimento econômico é a alta densidade populacional do país: 292 habitantes por quilômetro quadrado, a 28ª maior densidade populacional entre os países do mundo. O Brasil, por exemplo, tem 22 habitantes por quilômetro quadrado e Portugal, 115. Essa alta densidade populacional exaure as reservas naturais do país.

Um oásis nessa ausência de perspectivas econômicas é o balneário de Labadie, na costa norte haitiano. O balneário é alugado para a companhia de cruzeiros marítimos norueguesa-estadunidense Royal Caribbean International desde 1985 e se localiza numa península separada do resto do território haitiano por cadeias montanhosas e por uma força privada de segurança. O balneário proporciona empregos diretos ou indiretos para seiscentos haitianos, além de a companhia pagar seis dólares ao governo haitiano por cada turista trazido.

O país possui muitas construções históricas no norte do país. É atrações com grande potencial turístico, desde que sejam dotadas da infraestrutura necessária em segurança, transporte, alojamento, alimentação, orientação turística etc.

A caótica realidade haitiana deste início de século XXI nos leva todos a pensar em alternativas para combater a miséria nesse país. Outro tema que domina as discussões no mundo atualmente é a questão da preservação ambiental. O fato de ambos os temas, Haiti e ecologia, estarem em voga ao mesmo tempo nos leva, naturalmente, a encarar a questão haitiana sob o prisma ecológico. A luta pela preservação ambiental no Haiti passa, necessariamente, pelo controle demográfico, pois o país apresenta uma alta densidade populacional, responsável direta pela degradação da natureza no país. As florestas foram devastadas para obtenção de lenha. Sem a cobertura vegetal, os solos foram lavados pelas chuvas e se tornaram áridos. Sem produção suficiente de alimentos, a fome tornou-se inevitável, alimentando a instabilidade política permanente do país. Tudo isso nos leva a concluir que, no Haiti e no mundo, a questão ecológica está unida à questão social. E, particularmente no caso do Haiti, ambas as questões estão relacionadas à questão demográfica.

http://pt.wikibooks.org/wiki/Haiti